Nome: Associação Atlética Ponte Preta
Estádio: Móises Lucarelli (O Majestoso)
Presidente: Sérgio Carnielli
Data de de Fundação: 11 de agosto de 1900
Cores: Branco e Preto
Principal Torcida: Torcida Jovem Amor Maior
Principais Títulos: Campeonato Paulista da Segunda Divisão (Série A2): 1969, Campeonato Municipal (Campinas): 1912, 1931, 1935, 1936, 1937, 1940, 1944, 1947, 1948 e 1951, Vice - Campeã Paulista de Futebol (1977, 1979, 1981, 2008);
Principais Craques que atuaram pelo clube: Luis Fabiano (São Paulo), Washington (Fluminense), Mineiro (Wolfsburg), Héverton (Atlético-Pr), Carlos (Sel Bras 1978, 1982, 1986), Oscar(Sel Bras 1978, 1982, 1986), Waldir Perez (1974, 1978, 1982), Dicá.
Hino:
Estandarte desfraldado preto e branco é sua cor
Ponte Preta vai pro campo
prá mostrar o seu valor
Ponte Preta inflamante
Ponte Preta emoção
Ponte Preta gigante
raça de campeão
Seu estádio é o Majestoso
seu nome uma glória
Ponte Preta sempre sempre
na derrota ou na vitória
És amada Ponte Preta
Orgulho de nossa terra
Ponte Preta de paz
Ponte Preta de guerra
Ponte Preta de paz
Ponte Preta de guerra
Letra e Música: Renato Silva
História: A Ponte é time mais antigo do Brasil, foi fundado, na cidade de Campinas, onde um grupo de alunos do Colégio Culto à Ciência passava suas tardes jogando bola em campos improvisados de um bairro de nome curioso: Ponte Preta. A vizinhança fora batizada em virtude de uma ponte de madeira feita pela ferrovia e que, para ser melhor conservada, havia sido tratada com piche.
Os jovens alunos que naquele dia 11 de agosto resolveram fundar um clube não tiveram dúvidas ao nomeá-lo com o mesmo nome do bairro. Ali surgia a Associação Atlética Ponte Preta, o primeiro clube do Brasil em funcionamento ininterrupto e dono da maior torcida do interior do País. Os fundadores e patronos da AAPP foram : Capitão João Vieira da Silva , Theodor Kutter, Hermenegildo Wadt e Nicolau Burghi.
Ao longo do tempo, a Ponte Preta fortaleceu o futebol regional e tornou-se um dos grandes clubes brasileiros, gozando do reconhecimento internacional pela formação de atletas que marcaram época.Um fato curioso, é que faltou muito pouco para a Ponte Preta se fundir com o Juventus, no ano de 1949. O Moleque Travesso atravessou uma séria crise financeira, agravada com a saída do conde Adriano Crespi, e a Macaca queria a todo custo um lugar na elite do futebol estadual. O motivo foi que o rival Guarani se transformar no segundo clube do Interior a chegar ao campeonato principal depois de vencer a Segunda Divisão de 1949. Foi um ano de tentativas frustradas para unir forças com outro time e "subir" para o Paulistão. Em meados de 1949, a Macaca chegou a fazer uma proposta para assumir a vaga do Comercial, também da Capital. Porém não houve acordo.
Um fato vergonhoso para o futebol brasileiro, envolvendo a Ponte Preta e que nos faz lembrar um certo árbitro dos tempos atuais, foi partida realizada em 18 de agosto de 1946, no antigo Estádio da Rua Barão Geraldo de Rezende, do Guarani. Era o último jogo do 1º Turno do Campeonato Campineiro. O placar marcava 3 a 0 para o rival da Macaca, ainda na 1ª etapa. Inconformados com 2 gols irregulares do Guarani e validados pelo juiz, o time da Ponte Preta se retirou de campo no meio do jogo, o que gerou muita confusão no gramado. Assim, o árbitro Aldo Bernardi encerrou a partida. No dia seguinte ao jogo, descobriu-se o endereço do juiz, residente em São Paulo. A idéia era comprovar a suspeita de compra do árbitro por parte do Guarani. Um grupo de pontepretanos foi até a capital e disseram ao Sr. Aldo serem de Itapira e que precisavam ganhar um jogo muito importante. O famoso árbitro caiu na conversa e entrou no carro. E conversando no veículo, sem imaginar que se tratavam de gente da Ponte Preta, o juiz se entregou. Para mostrar ao pessoal que era especialista no assunto de fabricar resultados, citou o exemplo do clássico campineiro. Contou que na viagem de trem para Campinas havia sido subornado por um mentor do Guarani. A repercussão foi internacional. Jornais e rádios de todo o país comentaram o fato, alguns denominando de "gangue campineira". Por outro lado, apareceram também manifestações de apoio pela energia em se descobrir a verdade. Houve processo na Justiça, mas os torcedores raptores foram absolvidos. Aldo Bernardi nunca mais apitou, ficando marginalizado pela própria Federação, acabando por ser banido do futebol.
Um fato espetacula e com certeza fundamental na história da Macaca, é o estádio foi construído com a ajuda da própria torcida. O Moisés Lucarelli conseguiu unir os aficcionados a participarem do projeto. Relatos mostram carros antigos em comboio transportando materiais para a construção. Quando foi inaugurado (1948) era um dos maiores estádios do país.
O mascote oficial, a Macaca da Ponte surgiu para demonstrar a forma alegre e guerreira de sua torcida que, para os adversários, comporta-se de forma muito parecida com a do bicho, fazendo muita festa. O apelido no feminino deve-se ao fato de a Ponte Preta ser um substantivo feminino: Associação Atlética
Enfim se fossemos contar a história da Ponte, ficariamos o dia todo aqui, afinal no dia 11 de Agosto, serão 111 anos de história!
Fonte
Daqui a pouco o Ypiranga de Erechin.!

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